sexta-feira, 21 de maio de 2010
















FATOS IMPORTANTES - 21 DE MAIO

Em 21/05/1968: Brian Jones dos Rolling Stones é novamente preso
Brian Jones dos Rolling Stones é novamente preso em seu apartamento de Londres por posse de maconha.

Em 21/05/1969: John Lennon e Yoko Ono iniciam um bed-in de dez dias

Em 21/05/1971: Paul McCartney lança "Ram", seu primeiro álbum solo

Em 21/05/1980: Joe Strummer, do Clash, é preso em Hamburgo, Alemanha
Joe Strummer, do Clash, é preso em Hamburgo, Alemanha, após um conflito entre a banda e público em um show. Strummer atingiu um fã na cabeça com a guitarra.

Em 21/05/1965: The Who se apresenta pela primeira vez sem ternos

Em 21/05/1976: Rolling Stones iniciam uma série de apresentações no Earl's Court de Londres
The Rolling Stones iniciam uma série de seis apresentações no Earl's Court de Londres, shows estes apontados como sendo "mornos", sendo dos motivos pelos quais os punks britânicos passaram a chamar a banda de "dinossáurica", extendendo esta expressão a maioria das "grandes bandas" da época.

Em 21/05/1971: Free anuncia o encerramento de suas atividades





21/05/03 - Guitarrista do Pink Floyd faz doação para sem-tetos
O guitarrista da banda Pink Floyd David Gilmour doou 3,6 milhões de libras (US$ 5,88 milhões) na terça-feira para obras beneficentes, com o objetivo de dar moradia a centenas de pessoas sem-teto e trabalhadores de baixa renda na zona central de Londres.
O roqueiro de 59 anos disse que se inspirou num projeto comunitário semelhante desenvolvido em Nova York. "Vi o que foi realizado em Nova York e apoio este projeto em Londres de todo coração", disse Gilmour em comunicado.
A chamada "aldeia urbana" administrada pela organização beneficente Crisis pretende fornecer moradia para 400 residentes, incluindo sem-tetos e funcionários públicos, como enfermeiros e professores, cuja renda já não é o suficiente para poderem viver em Londres, onde o mercado imobiliário em alta provocou uma ascensão muito grande dos preços.
A Crisis disse que ainda não foi escolhido o local onde será realizada a obra. A guitarra contundente de Gilmour pode ser ouvida nos álbuns mais importantes do Pink Floyd, incluindo The Wall e Wish You Were Here.
A fortuna pessoal que Gilmour acumulou ao longo de uma carreira musical bem-sucedida é estimada em 75 milhões de libras.

21/05/07 - AC/DC: placa de rua é constantamente furtada
Jason Dowling, da Australia’s The Age.com.au, registrou que uma das placas de ruas mais famosas de Melbourne, Austrália tem se tornado também a mais furtada, já que em pouco mais de dois anos, nada menos que seis placas foram roubadas!
A primeira placa foi afixada na Alameda AC/DC em outubro de 2004, com uma cerimônia e som de gaita de fole tocando “It’s a Long Way To the Top”. Mas desde então ela tem sido substituída, e com muito menos ostentação.
O valor das placas para os ladrões é provavelmente maior do que os 120 dólares para recolocá-la.
As placas do AC/DC têm se tornado uma atração turística muito fotografada e o consulado da cidade de Melbourne está lutando para continuar repondo suas placas. O Prefeito Gary Singer, se diz desapontado: “Todos nós amamos o Rock N´Roll, mas estas pessoas estão roubando a cidade de Melbourne”, afirmou.
“Os contribuintes de impostos de Melbourne estão pagando a conta para cada placa roubada – é algo egoísta e ilegal”.
Mas não são apenas as placas da Rua AC/DC que estão desaparecendo. Nas alamedas e ruas da cidade, um total de 523 placas – com um custo de mais de 60 mil dólares – têm sido recolocadas pelo Consulado da Cidade de Melbourne nos últimos três anos, por terem sido danificadas ou roubadas.
O policial Adam West disse que furtar uma placa de rua é considerado um roubo e que o infrator poderá enfrentar a corte e ser até preso.

21/05/08 - Ringo Starr inaugura jardim em homenagem a Harrison
Ringo Starr inaugurou ontem, 19 de maio, em Londres, um jardim criado em homenagem ao seu parceiro nos BEATLES, George Harrison, informou o Terra.
A obra de jardinagem é de Olivia Harrison, viúva do guitarrista. Leia mais detalhes no link abaixo.

Courtney Love: revelando que já teve caso com Kate Moss
Em entrevista à revista Hot Press, COURTNEY LOVE revelou que já manteve um relacionamento com a modelo internacional Kate Moss. A informação é do portal de notícias G1.
“É uma história para os nossos netos, então, sim. Kate não estava tomando muitas drogas. Foi algo que aconteceu em Milão nos anos 1990", contou Love. Segundo a vocalista do HOLE, o caso com a ex de PETE DOHERTY está completamente no passado. "Aconteceu e foi legal e não importa mais. E ela fala sobre isso e então eu espero que ela não fique louca porque tornei isso público”, disse a cantora.
E Love completou: “Kate é ótima! Kate é uma grande amiga minha. Eu quase comprei a casa dela em St. John’s Wood (Londres).” A líder do HOLE também falou sobre a sua relação com os membros do U2. “Eu amo Bono, eu amo os garotos, eu amo todos eles. Eu amo o irmão do Edge, Dick – ele é tão esperto, você conhece ele? Que cara”, contou. “E Bono que me disse por anos que eu deveria conhecer Gavin (Rossdale, ex-namorado de Love, cantor da banda Bush e atual marido da cantora Gwen Stefani)? E eu sempre estava receosa porque Gavin, para ser honesta, realmente me intimidava mais que qualquer outro. E quando nós tocamos com eles, claro, foi incrivelmente brilhante”, completou Love.
Na entrevista, a roqueira ainda comentou sobre seu relacionamento com o vocalista do SMASHING PUMPKINS, Billy Corgan, e com o ator Edward Norton.

Paul McCartney: sempre checando composições com Lennon
Entrevistado recentemente pela escocesa Daily Record, Paul admitiu uma mistura de afeto e mágoa quando observa imagens dos Beatles no auge dos anos 60. "É dificil acreditar que John Lennon está morto há trinta anos e que George Harrison se foi há nove anos atrás", diz Paul, "Eles eram verdadeiros parceiros. Eu tenho muito afeto por eles. Eles eram ambos parte da minha vida e de quem eu sou. Existem pequenas lembranças deles o tempo todo"
"Hoje, se eu escrevo uma nova música, estou sempre checando em meus pensamentos, 'Será que John me deixaria escrever este verso ou está muito piegas?' Mas às vezes eu penso, 'Problema dele, a música é minha.' Mas eu estou sempre checando com ele."
Paul ainda foi questionado sobre a possibilidade de uma reunião caso todos ainda estivessem vivos. "Poderia ter acontecido" diz ele convicto. "Fomos convidados a fazer reuniões logo após a separação. Mas não havia motivo. Era algo como 'mas nós acabamos de nos separar'. Eu ainda tinha o Wings e estava ocupado com outros projetos. Não era uma boa idéia na época, mas acredito que se todo esse tempo tivesse passado poderia facilmente acontecer."

Jimi Hendrix: exposição de casa do guitarrista em Londres
A casa em que Jimi Hendrix morou enquanto vivia em Londres será aberta ao público em setembro deste ano, segundo a BBC. A casa, localizada na Brooks Street, será aberta aos visitantes de 15 a 26 de setembro, como parte de uma exposição chamada 'Hendrix in Britain'. Instalada no Handel House Museum, localizado próximo à ex-residência de hendrix, a exposição contará com manuscritos, roupas e memorabilia.
Hendrix viveu nesta casa localizada na Brooks Street em 1968. O lendário guitarrista posteriormente descobriu que o compositor George Handel havia morado nesta residência por 36 anos, permanecendo lá até sua morte em 1759. Intrigado, Hendrix então passou a colecionar álbuns com música de Handel.

Alice In Chains: banda faz tributo a Dio durante show
A banda ALICE IN CHAINS homenageou o cantor Ronnie James Dio em um show em Nova York na ultima quarta-feira (10). O baixista Mike Inez vestiu uma camiseta dos anos 80 de Dio da turnê "Sacred Heart" (foto abaixo) e o guitarrista Jerry Cantrell dedicou a música "Nutshell" para Dio e para Layne Stanley (finado ex-vocalista do ALICE IN CHAINS). No final do show, o clássico do RAINBOW "Man On The Silver Mountain" foi tocado nos PA's enquanto as luzes ligavam e a platéia deixava a arena.

Slash: "todo rockstar deveria querer ser como Dio"
O ex-guitarrista do Guns n Roses Slash disse à MTV News que o vocalista Ronnie James Dio era um tipo raro de pessoa. "Não existem muitas pessoas como Ronnie. Começamos a reconhecer sua incrível contribuição ao rock and roll, ou à música. As pessoas consideravam-no porque ele era muito bom e estava sempre ali. Ele era tão consistente, estava sempre lançando álbuns, esteve em quatro bandas diferentes, e estava sempre por perto. E de repente, a realidade de ele não estar mais aqui te faz reconhecer o ícone que ele era e o quão incrível ele era como pessoa".
Logo após a morte de Dio, Slash falou sobre o quanto lamentava a perda do músico. "Ronnie era um tipo único. Ele era fenomenal. Nos encontramos várias vezes. Não faz muito tempo que estivemos juntos no RockWalk em Los Ageles. Ele era um completo cavalheiro - o tipo de rockstar que as pessoas deveriam desejar ser, ao contrário de serem tão arrogantes. Ronnie era muito genuíno, muito considerado e simplesmente era legal com todo mundo".

Guns N' Roses: em evento de caridade na Rússia?
De acordo com The Moscow Times, existe um rumor de que Guns n Roses deve se apresentar em Moscou, em um evento de caridade chamado NEON, na segunda feira, dia 24 de maio. O evento, que será uma combinação de desfiles, cerimônia de premiação e entreterimento, acontecerá no complexo Moskva-City.
O prédio foi construído pelo Capital Group, co-dirigido pelo namorado da supermodelo Naomi Campbell, Vladislav Doronin. Campbell espera arrecadar um milhão de dólares para duas instituições de caridade na Rússia, que ajudam crianças com educação, assistência médica e treinamentos.

Chuck Berry: carisma, alegria e performance animada em POA
Com 83 anos de idade, CHUCK BERRY subiu pontualmente às 21h no palco do Teatro do Bourbon Country. Diante de uma platéia razoável – que esteve longe de ocupar todos os dois mil lugares disponíveis da casa –, o guitarrista esbanjou carisma, alegria e, principalmente, uma performance animada. Diferente de quando se apresentou pela primeira vez na cidade, o palco do Teatro do Bourbon Country deu margem para uma apresentação mais intimista, com o público mais próximo. Uma noite inesquecível para os fãs de Berry.
Desde o início do concerto, com “Roll Over Beethoven”, CHUCK BERRY conseguiu levantar boa parte da plateia, que assistia ao show sentada nas primeiras poltronas do Teatro do Bourbon. Enquanto que na primeira apresentação da turnê brasileira – realizada no Rio de Janeiro – Berry se mostrou apático com os flashes e com as fotografias, em Porto Alegre foi diferente. Na capital gaúcha, o músico não se incomodou com as câmeras, fez pose para algumas e até se impressionou com a recepção tão calorosa de um pequeno grupo de fãs, que estavam posicionados na frente do palco. Entre aplausos e gritos dos mais exaltados, CHUCK BERRY deu sequência à apresentação com a ótima “School Days”, a lenta “The Wee Wee Hours” e a famosa “Sweet Little Sixteen”.
Na música seguinte, “Oh, Carol”, Berry retomou, inexplicavelmente, “Sweet Little Sixteen”. Por esquecimento ou para brincar com o restante da sua banda, a lenda do rock n’ roll contou com o apoio do público, que não se importou com o fato. Com o mesmo pique do início do show, CHUCK BERRY executou mais algumas de suas maiores composições, como “Let it Rock”, até o primeiro momento inusitado do show. A exaltação de um fã da primeira fila chamou a atenção do cantor, que disse: “Temos um grande fã aqui. Qual é o seu nome?”. Devidamente apresentado ao seu ídolo, o jovem da plateia ainda conseguiu um aperto de mão de CHUCK BERRY, que motivou a repetição do gesto com uma pequena parcela do público que se concentrava na primeira fila.
Claramente mais animado do que de costume, CHUCK BERRY foi mestre na proposta de conquistar, definitivamente, os seus fãs gaúchos. Se depois de “You Never Can Tell” o guitarrista teve problemas com o seu instrumento, ele soube contornar a situação com bom humor antes da música seguinte. Com o auxílio do pianista Bob Lohr, Berry tentou, sem sucesso, afinar a sua guitarra. Um “Eu tenho 83 anos! Estou velho!” levou a plateia aos risos até o momento em que a estrela do rock trocou de instrumento com o outro guitarrista da banda, o seu filho Chuck Berry Jr. No momento da troca de guitarras, Berry tropeçou em um amplificador e por pouco não caiu. No entanto, a mesma sorte não teve Berry Jr. que, ao retornar de costas para a sua posição no palco, não viu o mesmo amplificador e caiu de costas sobre caixa. Sem se machucar, Berry Jr. conquistou igualmente a simpatia do público, em um misto de risos e aplausos.
O repertório – que ainda contou com “My Ding a Ling” e “Memphis, Teneesse” – chegou no seu momento crucial. Com a pergunta, “Eu já toquei Johnny B. Goode?”, CHUCK BERRY, em mais uma constatação do seu bom humor naquela noite, executou o maior clássico da sua carreira. Desta vez, mais uma situação inusitada: o mesmo fã fervoroso, aquele do aperto de mão, foi chamado por Berry para subir ao palco para cantar o maior hino da sua carreira, lançado originalmente em 1958. Um pouco tímido pela surpresa, o jovem fã preferiu apenas reverenciar o seu ídolo e deixar que o restante da plateia assumisse a voz durante o refrão.
Para encerrar a noite, não poderia ser diferente: “Reelin’ and Rockin’” fechou a apresentação com mais gente em cima do palco. Como de costume, as mulheres presentes foram convidadas para dançar ao lado da banda e doze delas aceitaram o convite. Com o fim da música, CHUCK BERRY deixou o palco, sem maiores despedidas, e coube a Berry Jr. apresentar o restante da banda e encerrar o espetáculo.
Em exata uma hora de show, CHUCK BERRY mostrou porque é um dos artistas mais consagrados do rock de todos os tempos. O público – que pagou entre R$ 70 e R$ 250 para assistir ao espetáculo – pouco se importou com o repertório reduzido ou com os pequenos deslizes do guitarrista. A lembrança que fica, certamente, é de mais um momento divertido e igualmente intenso ao lado de um dos criadores do rock n’ roll. Mais uma vez, o público deixou o Teatro do Bourbon Country sem ter do que se queixar.
Set-list:01. Roll Over Beethoven02. School Days03. The Wee Wee Hours04. Sweet Little Sixteen05. Oh, Carol06. Around and Around07. Let it Rock08. You Never Can Tell09. My Ding a Ling10. Memphis, Tennessee11. Johnny B. Goode12. Reelin’ and Rockin’

PAUL MCCARTNEY & WINGS
A banda fez uma tournê mundial em 1975-1976 registrada no álbum Wings Over America. Em 1977, a canção "Mull of Kintyre" se tornou o grande sucesso de Paul McCartney em parceria com Denny Laine. No ano seguinte, a banda lançou o álbum London Town, seu disco mais vendido que trouxe o sucesso "With A Little Luck". Em 1978 foi a vez do álbum Back to the Egg que contou com a participação de Pete Townshend (The Who), David Gilmour (Pink Floyd), John Paul Jones e John Bonham (ambos do Led Zeppelin) nas canções "Rockestra Theme" e "So Glad to See You Here".

PEARL JAM
Pearl Jam é uma banda de rock oriunda da cidade de Seattle, nos Estados Unidos da América, no auge do período do movimento grunge local, e é considerada uma das mais populares e influentes da década de 1990. Eles, junto com Nirvana, Soundgarden, Mother Love Bone, Alice in Chains e Mudhoney, ajudaram a popularizar o movimento grunge no início dos anos 90. Pearl Jam é uma das poucas bandas grunges que continuaram ativas até hoje, mesmo após o fim das suas outras bandas contemporâneas.
A banda detém uma marca inusitada: durante a turnê de Binaural, lançou nada menos que 72 CDs duplos, que traziam na íntegra cada um dos concertos da turnê. Suas atitudes em defesa dos fãs, tais como um processo movido contra a empresa Ticketmaster (que monopoliza o mercado de venda de ingressos em território americano) tornaram-se marcos. No caso contra a distribuidora de ingressos, a banda exigiu na justiça que a empresa reduzisse seus lucros, a fim de diminuir o preço dos ingressos de seus concertos, para que os fãs fossem beneficiados. Somando-se isso ao engajamento político e em causas de ajuda humanitária, o Pearl Jam tornou-se uma das mais idolatradas e respeitadas bandas da história do rock vendendo ate a data cerca de 30 Milhões de discos nos Estados Unidos[1], e 60 Milhões em todo o mundo.[2][3], e sendo a banda recordista de álbuns ao vivo

RINGO STARR AND HIS ALL STARR BAND
Em 1989, Ringo reuniu outros músicos conhecidos do rock e organizou uma série de shows chamados como Ringo Starr and His All Star Band. A banda excursionou de julho a setembro e lançou um álbum em 1990. Nos shows, Ringo cantou seus sucessos da época dos Beatles e de sua carreira solo. Os outros músicos puderam cantar suas próprias músicas durante o show, com Ringo na bateria. Esta primeira edição da All Star Band contou com o pianista Dr. John, o guitarrista Joe Walsh (ex-Eagles), o pianista Billy Preston, o baterista Levon Helm (ex-The Band) , o tecladista Garth Hudson (ex-The Band), o cantor Rick Danko (ex-The Band), o multi-instrumentista Nils Lofgren e com o saxofonista Clarence Clemons
Houve várias outras edições da All Star Band, contando com vários participantes famosos como Peter Frampton, John Entwistle (ex-The Who), Greg Lake (ex-Emerson, Lake and Palmer), Roger Hodgson (ex-Supertramp), Billy Preston, Zak Starkey (filho mais velho de Ringo), Jack Bruce (ex-Cream), Gary Brooker (ex-Procol Harum) e Randy Bachman (ex-Bachman-Turner Overdrive).

THE JOSHUA TREE
The Joshua Tree é o quinto álbum de estúdio da banda irlandesa U2, lançado em 1987, produzido por Daniel Lanois e Brian Eno.
O nome do álbum refere-se à árvore de Josué, espécie existente no deserto de Mojave, nos EUA.
É considerado pela maior parte da crítica o dos fãs como o melhor álbum da banda. Vendeu mais de 25 milhões de discos,além de ganhar o Grammy de melhor álbum de 1987. Canções como "Where the Streets Have No Name", "I Still Haven't Found What I'm Looking For" e "With or Without You" tiveram grande êxito, e se tornaram indispensáveis nos set lists dos concertos da banda.

MASTER OF PUPPETS
Master of Puppets é o terceiro álbum de estúdio lançado pela banda de thrash metal/heavy metal norte-americana Metallica, em 21 de Fevereiro de 1986, pela Elektra Records. Até hoje, vendeu mais de seis milhões de cópias só nos Estados Unidos
Amplamente reconhecido como um dos maiores álbuns da história do metal (por alguns, o maior).A revista inglesa Metal Hammer e o site MusicRadar.com se uniram para promover uma votação para eleger o melhor álbum de Heavy Metal de todos os tempos, o escolhido foi o album Master Of Puppets.O abum reúne a agressividade e a velocidade de Kill 'Em All, com a técnica de Ride the Lightning, em composições extremamente elaboradas, com riffs complexos e solos magníficos. "Battery", a primeira música, inicia com violões de música espanhola, para subitamente explodir em um riff poderosíssimo. Segundo a lenda viva do metal, Ozzy Osbourne, Master of Puppets é o que se fez de melhor na história do Heavy Metal. Outros destaques são "Disposable Heroes", "Leper Messiah", "Damage Inc.", "Welcome Home (Sanitarium)"(uma "balada"), e "Orion".
O Master of Puppets, foi eleito pela Kerrang! Klassic o segundo maior álbum da história do Metal[Carece de fontes] . A faixa-título é citada no livro Rock and Roll: uma história social de Paul Friedlander como longe de ser simplista, contendo mudanças na métrica, no andamento, na entonação e de padrões de arpejo.
Um fato importante sobre Master of Puppets é que ele é um álbum conceitual onde a banda desenvolve o tema "Dominação" no decorrer das canções, o que fica muito claro na letras da faixa título, de "Disposable Heroes" e de "Leper Messiah". Foi o segundo álbum conceitual na carreira do Metallica. O primeiro foi Ride the Lightning onde a banda falou sobre a morte.
Em 2006, a banda iniciou uma turnê de aniversario dos 20 anos do álbum e tocou o disco na integra. A turnê também foi uma homenagem aos 20 anos da morte do baixista Cliff Burton.

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