segunda-feira, 26 de abril de 2010

Fatos importantes - 26 de Abril

Em 26/04/2001: Peter Buck, guitarrista do R.E.M., é preso num aeroporto
Peter Buck, guitarrista do R.E.M., é preso num aeroporto de Londres, por supostamente agredir membros da tripulação durante um vôo doméstico.

Em 26/04/2001: Divulgado oficialmente que Eddie Van Halen é portador de câncer
Divulgado oficialmente através do site da banda que Eddie Van Halen é portador de câncer. Nela, o guitarrista do Van Halen agradece o apoio recebido dos fãs, e diz que está lutando contra a doença.

Em 26/04/1982: Paul McCartney lança o álbum "Tug of War

Em 26/04/1967: A rede de TV CBS transmite o "Inside Pop - The Rock Revolution"
A rede de TV CBS transmite o "Inside Pop - The Rock Revolution", apresentado por Leonard Bernstein, programa que conta com a participação de Janis Ian, então um jovem de apenas 16 anos de idade, interpretando a canção "Society Child", banida das rádios no ano anterior por descrever uma relação amorosa entre duas pessoas de raças diferentes (uma branca, outra negra).

Em 26/04/1978: Vai ao ar na TV americana o "Ringo", musical estrelado por Ringo Starr
Vai ao ar na TV americana o "Ringo", musical estrelado por Ringo Starr, baseado na história "The Prince And The Pauper" (O Príncipe e o Mendigo), com Ringo Starr interpretando ambos os personagens, e a narração à cargo de George Harrison.

Em 26/04/1982: Desaparecimento de Joe Strummer força Clash a cancelar turnê britânica
Enquanto aguardava-se sua presença num estúdio de Londres, Joe Strummer, vocalista do The Clash, acaba se dirigindo para a França, e seu 'desaparecimento' força a banda a cancelar sua turnê britânica e colocar em dúvida a realização de uma turnê nos EUA prevista para junho. Em 18 de maio o vocalista retorna, alegando ter se ausentado para 'repensar' sua carreira e sua vida. E dois dias após, a banda se apresenta de surpresa num festival na Holanda.

Em 26/04/1998: Faith No More encerra atividades

Em 26/04/1963: Editado na Inglaterra uma versão em estéreo do álbum "Please Please Me"
Editado na Inglaterra uma versão em estéreo do álbum "Please Please Me" dos Beatles, no mesmo dia em que também sai um compacto com "Do You Want To know A Secret?" e "I'll Be On My Way".

Em 26/04/1968: Traffic faz sua estréia nos EUA

26/04/04 - ’Yellow Submarine’, dos Beatles, vai virar livro infantil
Yellow Submarine, o desenho animado dos Beatles, vai virar um livro infantil, informou o Ananova.
O livro chegará às lojas em setembro, 36 anos depois que o filme foi lançado, em 1968. Em 1999, o filme foi lançado em DVD. Foi o sucesso do DVD que fez com que surgisse a idéia do novo projeto.
A música Yellow Submarine foi lançada como single em 1966 e tornou-se hit número 1 no Reino Unido, Austrália, Canadá, Alemanha, Holanda, Noruega, Nova Zelândia e Suécia.
O livro infantil de Yellow Submarine chegará às lojas no ano em que Paul McCartney resolveu virar escritor de livros infantis. Ele assinou um contrato para escrever High In The Clouds, uma fábula sobre dois esquilos e um sapo cujas casas são destruídas.

26/04/05 - Dave Navarro recebe prêmio por livro anti-drogas
O guitarrista Dave Navarro, ex-Jane’s Addiction e Red Hot Chilli Peppers, receberá um prêmio pelo seu livro “Don’t Try This At Home” (em português, “Não Tente Fazer Isso em Casa”).
O livro relata seu vício nas drogas e como ele conseguiu se livrar delas. O prêmio é em reconhecimento por seu esforço em ajudar outros viciados no processo de recuperação.
A premiação acontecerá dia 20 de maio no Music Box, de Hollywood.

26/04/06 - Duff MacKagan em turnê com Alice In Chains
O baixista Duff MacKagan (VELVET REVOLVER, ex-GUNS N' ROSES) foi confirmado como segundo guitarrista do Alice In Chains na abertura da turnê mundial da banda, que acontecerá no dia 18 de Maio no L.A.'s ROXY.
Duff irá participar de alguma apresentações da banda incluindo o Download Festival da Inglaterra. "Esses caras são meus 'irmãos' de longa data, e prá mim, tocar com o Alice in Chains é um sonho que se torna realidade.", disse Duff. "Eu toquei com eles na minha primeira apresentação em Los Angeles. E subi no palco e toquei 'Man In The Box'"

Billy Sheehan: baixista quer voltar ao Brasil
Em entrevista exclusiva ao blog Revista de Cultura, o baixista Billy Sheehan (MR. BIG, DAVID LEE ROTH & STEVE VAI) fala sobre música, artistas na família e revela sua vontade de voltar ao Brasil em breve "Nós não escolhemos onde vamos tocar, tocamos apenas ondem nos chamam. Não é a nossa escolha, é a escolha dos produtores de show do Brasil. Espero que se apressem!"

Beatles: Paul McCartney deixa a EMI após meio século
O ex-beatle PAUL McCARTNEY anunciou nesta última quarta-feira, dia 21 de abril, que assinou um contrato com o selo independente Concord Music Group. Na nova gravadora, PAUL McCARTNEY irá relançar todo o catálogo relativo aos anos de 1970 até 2006, quando lançou discos solos e com o WINGS, grupo que teve junto com a ex-mulher Linda McCartney de 1971 a 1981.
Segundo PAUL McCARTNEY, em declaração publicada no site oficial do músico: "Desde o lançamento do disco 'Memory Almost Full' de 2007 que eu tenho um bom relacionamento profissional com a Concord Music Group e curtido nosso amor mútuo pela música. Eu tenho interesse em continuar em seguir adiante com este relacionamento com a nova gravadora. Eu estou sempre procurando novas formas e oportunidades de levar minha música para as pessoas e a Concord compartilha esta paixão".
A relação entre PAUL McCARTNEY e a Concord Music Group começou em 2007, quando a gravadora colaborou com o lançamento exclusivo do disco "Memory Almost Full" pela rede de cafeteria Starbucks, além de ter participado do lançamento do disco ao vivo "Good Evening New York City", de 2009.
O primeiro relançamento de PAUL McCARTNEY pela Concord Music Group será do clássico disco "Band on the Run", lançado pelos WINGS em 1974. O álbum chegará as lojas em agosto, em uma nova edição deluxe remasterizada e com músicas inéditas gravadas naquela época. O disco também estará disponível em uma versão digital.
Este novo contrato encerra uma relação de quase 50 anos entre PAUL McCARTNEY e a gravadora EMI, que continuará com os direitos comerciais sobre todo o catálogo dos BEATLES.

Megadeth: "O Brasil está sempre em primeiro lugar"
O baixista Dave Ellefson, em entrevista ao jornalista Pedro Carvalho do portal UOL, revelou que o show no Brasil em 1991, no Rock In Rio 2, foi um dos eventos mais importantes na carreira dele no MEGADETH. “Foi um acontecimento monumental. Foi o maior público para o qual eu já toquei na vida, 140 mil pessoas. Sempre me lembrarei do Brasil como um lugar especial. Além disso, foi o primeiro show do Megadeth na América do Sul, então o Brasil está sempre em primeiro lugar e foi uma honra termos sido convidados para um evento gigantesco e conhecido no mundo”, revelou o músico.
No Rock In Rio 2, o Megadeth veio ao Brasil para a divulgação do disco “Rust In Peace” e retorna ao país comemorando duas décadas do mesmo álbum. “É irônico como as coisas acontecem em ciclos de 20 anos. Parte da equipe que está conosco agora também estava naquela época, o roteiro da turnê é praticamente idêntico. Eu e o Dave estamos celebrando coisas importantes nos nossos casamentos e na nossa saúde. É bacana comemorar algo importante da nossa vida musical e profissional junto com tudo isso, dá uma idéia do quanto crescemos como pessoas”.
O retorno de Ellefson para o baixo do Megadeth trouxe um respiro para a banda. A união entre o baixista e Dave Mustaine (vocalista e guitarrista) vai fazer a turnê soar com muito mais potência. “Dave e eu construímos uma amizade que não tínhamos antigamente porque a banda vinha em primeiro lugar. Agora a amizade vem primeiro e as canções em segundo. E por causa disso elas soam muito melhor!”, explicou o músico.

Megadeth: setlist de show em SP foi um dos maiores da turnê
A apresentação do Megadeth na noite de ontem, 24, em São Paulo, no Credicard Hall, contou com um dos repertórios mais extensos da "Endgame World Tour", com total de 22 músicas. Segundo o chefe de segurança da casa, o show reuniu cerca de 6.500 fãs, mas ainda haviam ingressos para todos os setores.

Slash: parando de fumar após sofrer pneumonia
SLASH se recusou a parar de fumar enquanto sua mãe falecia devido ao câncer nos pulmões - ele apenas largou o vício após cair doente com pneumonia.
O ex-guitarrista do Guns N' Roses, 44 anos de idade, foi um fumante pela maior parte de sua vida adulta e admite que seu vício em cigarros disparou após sua mãe, Ola, ter sido internada no ano passado (09).
Ele diz, "Eu fumei durante a coisa toda. Eu me sentava com ela no hospital e saía para fumar. Sua doença foi tão repentina, o sofrimento todo durou por 7 meses e eu estava lá, vivendo tudo isso. A cada cinco minutos eu precisava de um cigarro - eu era viciado."
Mas foi preciso que o roqueiro sofresse seus próprios problemas de saúde para decidir parar. Ele explica: "Eu fiquei doente, com um caso severo de pneumonia. Eu não pude fumar por duas semanas, então eu resolvi tentar parar, mas estou achando difícil".

Crazy (Aerosmith)
"Crazy" é uma canção gravada pela banda americana Aerosmith, composta por Steven Tyler, Joe Perry e Desmond Child. Foi o último single a ser lançado do álbum imensamenteo popular do Aerosmith, Get a Grip, de 1993. A canção foi lançada como single em 1994, e chegou à 17ª posição da Billboard Hot 100, e 7º na parada Mainstream Rock Tracks.
A canção foi a segunda melhor performance nas paradas de sucesso de todos os singles do álbum Get a Grip. "Crazy" também rendeu à banda um Grammy de melhor performance de rock por uma dupla ou grupo com vocal, em 1994.[1] Foi o segundo Grammy do álbum Get a Grib, e o terceiro da banda em sua história.
O videoclipe de "Crazy" foi escolhido 23º lugar na lista de 100 clipes de todos os tempos compilada pelo canal americano VH1
O clipe da canção, dirigido por Marty Callner, foi muito exibido pela MTV, tanto pela matriz americana como por sua "filial" brasileira, a MTV Brasil, e foi um dos mais pedidos do ano de 1994. Foi a terceira aparição a atriz Alicia Silverstone nos clipes da banda, assim como o primeiro trabalho da carreira da filha do vocalista Steven Tyler, a então adolescente Liv Tyler. A decisão de escalá-la para o clipe de "Crazy" veio após seus criadores a terem visto num comercial da Pantene, sem qualquer conhecimento de que ela era filha de um dos integrantes da banda.[carece de fontes?]
O clipe assemelha-se muito a um filme, e mostra as duas atrizes como estudantes que cabulam a aula e fogem, dirigindo um Ford Mustang preto conversível. As duas utilizam-se de suas belas aparências para se aproveitar de um vendedor da loja de conveniências de um posto de gasolina, e, ao precisar de dinheiro, entram numa competição de dança para amadores. O clipe se destacou por suas cenas sexualmente sugestivas, e até mesmo ousadas, muitas das quais sugerem uma dose de lesbianismo entre as duas personagens. O videoclipe também mostra semelhanças entre os movimentos de Steven Tyler, no palco, e de sua filha Liv. Ao final, as duas vencem a competição de dança, e continuam sua fuga no dia seguinte, onde encontram um jovem fazendeiro arando uma plantação; convencem-no a se juntar a elas em suas jornadas, durante a qual mergulham sem roupa num lago e quase o abandonam. Os segundos finais do clipe mostram a palavra "Crazy", "louco(a)", grafada em letras cursivas, na plantação, pelo trator que era dirigido pelo fazendeiro.
Uma versão do diretor do clipe, levemente alterada, aparece na compilação de clipes Big Ones You Can Look At.
Apesar da canção ter trazido muito sucesso à banda em meados na década de 1990, e ter aparecido em diversas compilações, como Big Ones, A Little South of Sanity, O, Yeah! Ultimate Aerosmith Hits e Devil's Got a New Disguise, a banda raramente a executou durante suas constantes performances ao vivo nos anos que se seguiram. Apenas durante a turnê mundial realizada em 2007 é que a canção voltou ao set list da banda devido aos pedidos dos fãs.
A canção aparece no jogo Karaoke Revolution Party.

Smoke on the Water
"Smoke on the Water" ("fumaça na água", em inglês) é uma canção da banda britânica de rock Deep Purple. Foi lançada pela primeira vez no seu álbum Machine Head, de 1972. A música é famosa por ter um dos riffs de guitarra mais conhecidos e tocados da história do rock.
A letra da canção fala de uma história verídica: em 4 de dezembro de 1971, o Deep Purple chegou em Montreux, na Suíça, para gravar um álbum usando um estúdo de gravação móvel (alugado dos Rolling Stones, e conhecido como Rolling Stones Mobile Studio, chamado de "Rolling truck Stones thing" e "the mobile" na letra da música) no complexo de entretenimento que fazia parte do Cassino de Montreux (chamado de "the gambling house", "casa de apostas", na letra). Na véspera da sessão de gravação um show de Frank Zappa e The Mothers of Invention foi realizado no teatro do cassino e, durante o show, um incêndio se iniciou; no meio do solo de sintetizador de "King Kong", alguém na plateia disparou um sinalizador (flare gun) no teto de ratã, incendiando-o (o que é mencionado no verso "some stupid with a flare gun", "um idiota com um sinalizador").[1][2] O incêndio destruiu todo o complexo do cassino, juntamente com todo o equipamento do Mothers. A "fumaça na água" que se tornou o título da canção (creditado ao baixista Roger Glover) referia-se à fumaça vinda do fogo, que se espalhou pelo lago de Genebra (também conhecido como lago Léman) a partir do cassino em chamas, enquanto os membros da banda o assistiam de seu hotel, do outro lado do lago. O "Funky Claude" que, segundo a letra, "entrava e saía correndo" (running in and out) é Claude Nobs, diretor do Festival de Jazz de Montreux, que ajudou parte da plateia a fugir das chamas.
Vendo-se com uma unidade móvel de gravação caríssima, porém sem lugar algum para usá-la, a banda foi obrigada a percorrer a cidade, em busca de um lugar para se instalar. Um local promissor, encontrado por Nobs, era um teatro local chamado The Pavillion - porém assim que a banda descarregou e começou a trabalhar, os vizinhos se incomodaram com o barulho; a banda pôde apenas gravar as faixas de fundo para uma canção (baseada no célebre riff de Ritchie Blackmore, e chamada temporariamente de Title n.º1, "Título n.º 1"), antes que a polícia local interrompesse a sessão.
Após cerca de uma semana de procura, a banda eventualmente alugou o Grand Hotel de Montreux, praticamente vazio, e converteu algumns de seus corredores e escadas num improvisado estúdio de gravação, onde gravaram a maior parte das faixas daquele que viria a ser o seu álbum mais bem-sucedido comercialmente, Machine Head, incluindo a maior parte da própria "Smoke on the Water" (embora a letra tenha sido composta posteriormente).
Em 1973 o vocalista Ian Gillan e o baixista Roger Glover abandonaram a banda, e foram substituídos por David Coverdale e Glenn Hughes, que dividiam os vocais. Quando interpretavam a canção, Coverdale cantava a primeira estrofe, Hughes a segunda, e ambos cantavam em harmonia a terceira estrofe e o refrão, alterando, no entanto, a letra do terceiro verso para a do primeiro.
Quando Steve Morse entrou na banda, tornou-se uma tradição que ele tocasse o seu solo de guitarra antes desta música, nas exibições ao vivo. Este solo consistia de um medley de solos, licks e riffs de diversos clássicos do rock, interligados por algumas frases em tapping.
"Smoke on the Water" saiu no álbum Machine Head, do início de 1972, porém não foi lançada como single até um ano depois, em maio de 1973. Os membros da banda disseram que não esperavam que a canção fosse um sucesso, porém o single chegou à quarta posição da parada de pop da revista americana Billboard, durante o verão daquele ano, à segunda posição da revista canadense RPM, e levou o álbum ao Top 10. Performances ao vivo da canção, que contavam com longas interações entre a guitarra de Blackmore e o órgão Hammond de Jon Lord, tornaram-se um ponto central dos shows da banda, e uma versão de "Smoke on the Water" do álbum ao vivo Made in Japan tornou-se também um sucesso naquele ano.
A canção é muito popular entre guitarristas iniciantes, embora o próprio Blackmore já tenha demonstrado que a maiora dos que a tocam o fazem de maneira equivocada. Embora o riff foi tocado usando "somente quartas", como especificado por Blackmore (ou double stops), uma variação com power chords não é difícil de ser executada, e é a maneira em que a maioria dos iniciantes a toca. O falecido guitarrista do Pantera, Dimebag Darrell Abbott, por exemplo, teria afirmado a seu irmão, o baterista Vinnie Paul Abbott, que "Smoke on the Water" foi a primeira canção que ele aprendeu na guitarra, e a primeira que ambos tocaram juntos.
Em abril de 2008, os alunos da London Tech Music School, uma das mais conceituadas escolas de música da Grã-Bretanha e de onde saíram integrantes de bandas como o Radiohead, The Kinks e The Cure, elegeram a música como o maior riff de todos os tempos na história do rock, na frente de outros clássicos como "Smells Like Teen Spirit" do Nirvana, "My Generation" do The Who, "Born To Be Wild" do Steppenwolf e "Seven Nation Army" do The White Stripes

I LOVE ROCK 'N ROLL
"I Love Rock 'n Roll" (em português: Eu Amo Rock 'n Roll) é uma canção de rock and roll, escrita em 1975 por Alan Merrill e Jake Hooker do The Arrows, que gravaram a primeira versão lançada. Mais tarde a canção foi regravada pelas cantoras Joan Jett e Britney Spears, ambas obtiveram sucesso internacional com suas versões da música.
Essa é a versão mais conhecida da música. Em 1976 enquanto estava visitando a Inglaterra com as The Runaways, Joan Jett viu os The Arrows cantando "I Love Rock 'n Roll" em um programa de televisão semanal chamado The Arrows Show. Inicialmente ela gravou a música no ano de 1979 com dois dos Sex Pistols: Steve Jones e Paul Cook. Essa primeira versão não antigiu o sucesso. Em 1982, Joan Jett regravou a música, dessa vez com a sua banda, The Blackhearts, e foi essa gravação que se tornou um single de primeiro lugar no Billboard Hot 100 durante sete semanas, o que lançou efetivamente a carreira solo de Joan Jett e mais tarde alcançou o primeiro lugar nos gráficos australianos. Seu sucesso colocou o albúm de Jett I Love Rock 'n Roll em segundo lugar nos Estados Unidos.
O videoclipe em preto-e-branco de "I Love Rock 'n Roll" foi trasmitido muitas vezes pela até então jovem rede MTV. Nele Jett e os Blackhearts viajam para um pequeno e escuro bar, em seguida procedem tocando a música e executando o seu famoso refrão o que anima o grupo de bêbados no local.
A versão de Jett recebeu muitos elogios, incluindo:
85ª colocação na lista "100 Maiores Faixas" da revista Q de Março do ano 2005.
484ª colocação na lista "500 Maiore Músicas de Todos os Tempos" da revista Rolling Stone.
56ª colocação na lista "Maiores Músicas de Todos os Tempos" da Billboard.
Versões covers da versão de Jett apareceram em dois jogos musicais: Guitar Hero e Karaoke Revolution Party.

FEAR OF THE DARK
Fear of the Dark foi o último álbum que Bruce Dickinson gravou com os Iron Maiden antes de se dedicar a sua carreira solo. Blaze Bayley foi colocado no lugar de Bruce Dickinson, que voltou para a banda em 2000.

Nenhum comentário:

Postar um comentário