segunda-feira, 3 de maio de 2010

Fatos importantes - 03 de Maio

Em 03/05/1958: Adolescentes atacam a polícia com pedras e garrafas em show de Allan Freed
Adolescentes do lado de fora de um show apresentado por Alan Freed atacam a polícia com pedras e garrafas, que revida com violência, resultando em diversos feridos de ambos os lados. Nos próximos dias, as autoridades locais afirmariam que além de todo o tumulto os jovens estariam promovendo roubos, estupros e consumo de drogas, principalmente após uma frase supostamente proferida por Freed aos jovens onde dizia que "a polícia não querem que vocês se divirtam".

Em 03/05/1969: Jimi Hendrix é preso pela polícia canadense por posse de narcóticos
Jimi Hendrix é preso pela polícia canadense no Aeroporto de Toronto por posse de narcóticos. É liberado após pagar uma fiança de $10.000.

Em 03/05/1976: Paul McCartney se apresenta na América após quase 10 anos
Paul McCartney se apresenta pela primeira vez na América após quase 10 anos, em Fort Worth, Texas, com os Wings.

Em 03/05/1968: The Beach Boys iniciam em Nova Iorque uma turnê pelos EUA

Em 03/05/1968: Jimi Hendrix Experience grava "Voodoo Chile (Slight Return)"
The Jimi Hendrix Experience grava "Voodoo Chile (Slight Return)" no Record Plant Studios. Foram feitos vinte takes ao vivo, tendo sido o último aproveitado no álbum "Electric Ladyland" com a adição de alguns poucos overdubs. Seria ainda editado um single com a canção, que entraria no primeiro posto das paradas britânicas dois meses após a morte de Hendrix.

Em 03/05/1972: Bruce Springsteen faz um show no escritório de um executivo da Columbia Record

Em 03/05/1980: Def Leppard faz sua estréia em vinil

Scorpions: ingressos quase esgotados para show em SP
De acordo com o site de venda de ingressos Tickets For Fun (Ticketmaster) quase todos os setores para o show de despedida da banda alemã Scorpions em São Paulo estão esgotados. Restam apenas ingressos para Pista e Pista Premium, sendo ainda possível a compra de meia entrada.
O show dos alemães acontecerá em 19 de setembro.

Iron Maiden: BBC apresentará novo documentário sobre banda
De acordo com o site Blabbermouth, a BBC Radio 4 irá transmitir, no próximo fim de semana, um novo documentário sobre oIron Maiden. Com o título “Big in Bangalore”, o programa será dividido em duas partes e contará os detalhes da passagem da banda pela Índia, em 2008. Com a apresentação de Rajan Datar, o documentário também irá apresentar os motivos que fazem dos países economicamente emergentes um novo e grande público para as bandas de heavy metal.
Com acesso ao backstage do IronMaiden na turnê "Somewhere Back in Time", Datar entrevistou Bruce Dickinson exclusivamente para o documentário. O cantor falou sobre a surpresa da banda com os números de venda do Iron Maiden em território indiano.
Com meia hora de duração, a primeira parte de “Big in Bangalore” será transmitido no próximo sábado, dia 8 de maio, às 7h30 da manhã (horário de Brasília). Os fãs brasileiros do IRON MAIDEN poderão conferir o programa via internet, através da página da BBC Radio 4: http://www.bbc.co.uk/radio4.

Deep Purple: Ian Gillan fala sobre "Smoke On The Water"
Como vocês criaram o riff da "Smoke On The Water"?
Gillan: "As melhores coisas acontecem espontaneamente. Estávamos gravando um álbum chamado 'Machine Head' em Montreux na Suíça. Precisávamos de mais sete minutos nele e nós só tínhamos mais um dia e o engenheiro disse 'E aquela sessão que fizemos no primeiro dia para a checagem de som?' Foi só uma ‘jam session’ na verdade. Então juntamos aquilo com a história dos eventos que ocorreram durante a gravação. A maioria das coisas que vão dar certo acontecem bem rápido".
Se alguém lhe dissesse naquela época que crianças de sete anos de idade tocariam aquele riff em 2010, o que você diria a essa pessoa?
Gillan: "Até 15 anos atrás eu ficaria muito surpreso, porque a música contemporânea é uma coisa de geração. É bem incrível como as platéias mudaram na maioria dos lugares do mundo. Agora nossas platéias estão com idade em torno dos 18 anos. É um choque para mim. Eu disse à minha filha depois que terminamos um show em Wembley: 'Grace, quem deixou a criançada entrar?', e ela disse 'Pai, você não entende, né? Deep Purple é bem legal'. Ela tinha 15 anos na época, hoje está com 26... e escrevendo suas próprias músicas".
Você já imaginou que este se tornaria um dos primeiros riffs que todos alunos de guitarra aprenderiam?
Gillan: "É por causa de sua simplicidade. Aprendemos blues e um monte daquelas coisas vieram de estruturas simples. Quando eu peguei minha guitarra eu passei o primeiro dia aprendendo o acorde E, no segundo dia o A, então o B7 e de repente eu conseguia tocar blues. Eu acabei de terminar alguns shows com orquestras... e eles adoram porque se você tem uma estrutura simples você pode aparecer o quanto quiser durante a performance".
Como vocês se sentem quando tocam aquela música no palco quase 40 anos depois?
Gillan: "Me dá um frio na barriga por volta do meio dia num dia de show todas as vezes. Tocamos em 48 países e geralmente trabalhando em mais ou menos cinco cidades numa semana. Você pode facilmente ficar blasé... mas não há nada igual se levantar ali e improvisar. É como fazer algo no circo, como uma apresentação de trapézio, onde você tem feito isso por anos mas você tem que tomar cuidado. Eu cantei 'Nessun Dorma' duas vezes com o Pavarotti e ele me disse que ele tinha escutado 'Smoke' umas cinco ou seis vezes e todas as vezes foi diferente. Ele tinha inveja porque se ele desviasse o mínimo que fosse da interpretação tradicional das árias famosas ele seria crucificado. Nós temos liberdade. É empolgante. E como você ir pro escritório todo dia, e então lá fora você tem sua motocicleta te esperando e você pula nela e vai rugindo pela noite e sente o vento soprano nos seus cabelos. É como o esporte, você conhece seus colegas de time mas nunca sabe o que vai acontecer no dia".

Bob Dylan: livro sobre "Like a Rolling Stone" sai no Brasil
Acaba de ser lançado, pela Companhia das Letras, o livro "Like a Rolling Stone: Bob Dylan na encruzilhada (capa ao lado). Escrito pelo crítico musical (o verdadeiro gênero dos “escritores malditos”), historiador cultural e jornalista de rock Greil Marcus, a obra analisa o impacto de Dylan na música e na cultural popular.
Com uma linguagem acessível e argumentação sempre muito coerente, Marcus construiu uma reputação invejável no campo do jornalismo cultural ao empregar métodos acadêmicos para dar sustentabilidade aos textos que produz. Nesse título — um dos mais importantes na obra do escritor, editado originalmente em 2005 — não é diferente: retrocendendo e avançando no tempo, o autor prova que a influência de Dylan no rock é tamanha que o torna um dos maiores gigantes do gênero, com uma importância musical e cultural comparável aos Beatles e aos Rolling Stones.
Com tradução de Celso Mauro Paciornik, o título tem 256 páginas e custa em média R$ 42.
Release:
Em todo e qualquer período histórico, há sempre um momento-chave a partir do qual os eventos subsequentes mudam seu curso e todos os elementos envolvidos são alterados para sempre. Neste livro, o jornalista Greil Marcus consegue nos levar ao dia 15 de junho de 1965, quando Bob Dylan entrou no Studio A, da gravadora Columbia Records, para registrar “Like a Rolling Stone”, música que melhor iria lhe representar enquanto ícone da contracultura. Fazendo mais do que uma “biografia” da canção sessentista, o autor se aprofunda em uma análise meticulosa do gênio criador de Dylan, tendo como pano de fundo a situação política e cultural dos Estados Unidos.
Mas ao invés de se encerrar no passado, o referencial narrativo de Marcus está centrado nos dias de hoje. Ele consegue resgatar as raízes da música pop em artistas seminais como Robert Johnson e Hank Williams, atento aos percalços de como o legado de Dylan sobreviveu ao tempo através de músicos influenciados por ele, como Jimi Hendrix, Frank Zappa, Village People e até alguns participantes do programa American Idol. Mais do que saudar a estrondosa repercussão do hino de uma geração, Marcus avalia, sob diversos ângulos, por que ela continua atual. Atestando assim, de uma vez por todas, sua condição de clássico.

PURPLE HAZE
Purple Haze é uma canção gravada em 1967 por The Jimi Hendrix Experience, lançada como single no Reino Unido e nos Estados Unidos. Nos Estados Unidos também apareceu no álbum de 1967 "Are You Experienced". "Purple Haze" é muitas vezes considerada como uma das melhores canções de Jimi Hendrix e também o seu primeiro êxito internacional. Para muitos, é a sua canção de marca. Purple Haze tornou-se o segundo single de Hendrix após o seu manager Chas Chandler ter ouvido Hendrix a tocar o riff nos bastidores e rapidamente providenciando que ele gravasse e lançasse a canção.
O single chegou ao número 3 no Reino Unido mas apenas ao número 65 nos Estados Unidos, onde foi lançado em Junho de 1967, um mês depois de "Are You Experienced" e três meses depois do single no Reino Unido. Em Março de 2005, a revista Q classificou a canção como número um na sua lista das 100 Melhores Faixas de Guitarra. A revista Rolling Stone colocou-a em Nº 17 nas suas "500 Melhores Canções de Todos os Tempos".
Hendrix disse que a canção foi inspirada por um romance de ficção científica de Philip José Farmer (a frase do livro é "cacimba purpúrea"). Hendrix afirmava que a canção era sobre amor, explicando que o verso "o que quer que seja, aquela rapariga enfeitiçou-me" era a chave para o significado das letras.
Crê-se que a canção é uma referência às experiências de Hendrix com uma variedade de LSD produzida em 1966 por Owsley Stanley. A forma farmacêutica comercial de LSD, feita pela Sandoz sob o nome comercial de "Delysid", vinha em pequenas cápsulas de gelatina púrpura. (Numa sessão para a BBC em 1967, Hendrix gravou uma versão de "Day Tripper" dos Beatles em que durante o orgástico solo de guitarra, ele grita "Oh, Owsley, can you hear me now?") (Oh, Owsley, consegues ourvir-me agora?). Outra história é que o trítono tratado mais abaixo depoletou a sua sinestesia de uma maneira que viu Cacimba Púrpura, levando muitos a acreditar que o nome da canção derivava de um tipo de marijuana, quando na verdade, foi o tipo de marijuana que foi nomeado assim por causa da canção. A canção tem um distinto intervalo trítono que aparece na introdução. A guitarra toca uma oitava Bb enquanto o baixo toca um oitava de E. Tal intervalo "dissonante" era incomum na música popular da época. O solo de guitarra é tocado através de um octavia, um pedal de efeitos que transpõe notas em oitavas. Também se ouve uma guitarra sobreposta na parte final da canção.
(O verso "Excuse me while I kiss the sky" (Só um momento, enquanto eu beijo o céu") foi largamente mal apreendido como "Excuse me while I kiss this guy" (Só um momento, enquanto eu beijo aquele rapaz) (em inglês, the sky e this guy, dito depressa, pode ser confundível). Nalguns concertos, como piada, Hendrix claramente alterava a letra para "Excuse me, while I kiss that guy" (Só um momento, enquanto eu beijo aquele rapaz. Uma dessas ocasiões aparece no álbum Voodoo Child : The Jimi Hendrix Collection [Disc 2], e na box set The Jimi Hendrix Experience.)
Obtida de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Purple_Haze"

BORN TO BE WILD
"Born to Be Wild" foi a canção de maior sucesso da banda de rock Steppenwolf formada em 1967. Ela é conhecida pelo seu clássico riff, e considerada um dos maiores hinos do rock'n'roll, dos motociclistas de todo o mundo, e de uma atitude durante aquele período musical. A canção foi usada como tema do filme Sem Destino (Easy Rider).
"Born to be Wild" também recebe o crédito com a frase, "Heavy Metal Thunder", contido no segundo verso da letra do clássico, o qual serviria mais tarde para denominar o estilo heavy metal[carece de fontes?]. Esta foi a primeira menção do termo heavy metal associado com a música rock. A mesma canção é considerada por muitos críticos a primeira canção Heavy Metal de todos os tempos.

SUNDAY BLOODY SUNDAY
"Sunday Bloody Sunday" é uma canção da banda irlandesa U2 e da faixa de abertura de seu álbum War de 1983. A canção foi lançada como o terceiro single do álbum em março de 1983 na Alemanha e na Holanda. "Sunday Bloody Sunday" é conhecida pela sua batida militarista, guitarra dura, e harmonias melódicas. Uma das músicas mais abertamente política do U2 , a letra descreve o horror sentido por um observador The Troubles na Irlanda do Norte, com destaque no incidente do Domingo Sangrento em Derry, onde as tropas britânicas atiraram e mataram manifestantes de direitos civis. Junto com "New Year's Day", a canção do U2 ajudou a atingir um público mais amplo de escuta. Foi geralmente bem recebido pelos críticos sobre o lançamento do álbum.

I WAS BORN TO LOVE YOU
"I Was Born to Love You" é uma canção feita por Freddie Mercury, gravada em 1984 e lançada originalmente no álbum Mr. Bad Guy, sendo relançada em 1995 pelo Queen no álbum Made In Heaven, após a morte de Freddie Mercury.

LOSING MY RELIGION
"Losing My Religion" é uma canção da banda de rock alternativo americana R.E.M. É o primeiro single feito para o sétimo álbum de estúdio da banda, Out of Time. A música é a que fez mais sucesso da história da banda, chegando a figurar na quarta posição na Billboard Hot 100. A canção foi vencedora de dois prêmios Grammy.
Recepção
A canção "Losing My Religion" foi lançada no dia 19 de Fevereiro de 1991 nos Estados Unidos como o primeiro single do sétimo álbum de estúdio da banda Out of Time. A gravadora da banda, a Warner Bros., foi muito cautelosa com a escolha desta canção como o primeiro single. Enquanto os membros da banda se recusavam a fazer uma turnê para promover o álbum Out of Time, eles visitaram estações de rádio, deram inúmeras entrevistas para a imprensa e fizeram aparições na MTV para promover o álbum.
"Losing My Religion" se tornou o maior hit da banda nos Estados Unidos. A música ficou durante 21 semanas na Billboard Hot 100. Ficou em 19º lugar nas paradas do Reino Unido e ficou 16º e 11º lugar nas paradas do Canadá e da Austrália, respectivamente. O álbum Out of Time e a canção "Losing My Religion" fizeram um sucesso que ia além das expectativas da banda.
A canção recebeu uma série de elogios por parte da crítica. Em 1992, a banda foi indicada a sete prêmios Grammy, sendo que boa parte das indicações que a banda recebeu nesse ano foi pela canção "Losing My Religion". Na cerimônia, a banda acabou levando dois prêmios pela canção. Em 2004, a canção ficou em 169º lugar na lista das 500 melhores canções de todos os tempos da Revista Rolling Stone.

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